terça-feira, outubro 31, 2006

Outros Meios de Representação Gráfica

Ficam exemplos:

COMUNICAÇÃO

O ser humano sempre teve necessidade de comunicar e comunica constantemente sob as mais diferentes formas e maneiras.

Os Meios de Transmissão podem variar, mas dividem-se em três grandes grupos:

  1. Visuais - Jornais, cartas, livros, revistas, gestos, etc.
  2. Orais - diálogo, telefone, telemóvel, rádio, etc.
  3. Audiovisuais - Televisão, cinema, Internet, telemóvel 3G, etc.

Temos ainda Diferentes Formas ou maneiras de Comunicar, como por exemplo:

  1. Linguagem Gestual;
  2. Linguagem Braille;
  3. Documentos Escritos Oficiais;
  4. Meios de Representação Gráfica (Esboço, Desenho Técnico, Representação em Perspectiva, Projecções Ortogonais)
  5. Outros Meios de Representação Gráfica (gráficos, fluxogramas, organogramas, etc)
  6. Mapas, Plantas;
  7. Fotografia;
  8. Multimédia;
  9. Etc;

Ficam alguns exemplos:

domingo, outubro 15, 2006

Cibercopianço

Copiam trabalhos inteiros da internet, porque «a tentação é demasiado grande» e até conseguem boas notas em poucos minutos. Professores dizem que o problema é o excesso de informação.

Utilizar a internet para pesquisar informações para trabalhos escolares e académicos é prática habitual nos estudantes portugueses e até é incentivada pelos professores. O problema começa quando os alunos passam o limite da pesquisa e copiam trabalhos inteiros.
Segundo a agência Reuters, 37 por cento dos universitários norte-americanos admite ter copiado partes de trabalhos da internet e 77 por cento dos alunos considera que isso não é um assunto sério.
Por cá, a realidade não é diferente e o plágio começa logo nos estudantes mais novos. Anabela tem 19 e já frequenta a universidade, mas admite que terminou o secundário «sem nunca ter lido Os Maias», apesar de a obra ser de leitura obrigatória. O motivo foi mesmo «preguiça». «O livro tem tantas páginas que não dá vontade de ler», conta a estudante.
Anabela explicou ao PortugalDiário que começou por ler «o resumo da obra na internet», depois, quando o professor pediu à turma um trabalho de análise da obra, recorreu novamente às novas tecnologias. Durante a pesquisa «tropecei num fórum onde os alunos disponibilizavam os trabalhos escolares e havia lá um trabalho sobre Os Maias», contou a jovem que admitiu que «a tentação foi grande demais».
Anabela, que vive no Porto, acabou por entregar um trabalho realizado por um aluno do Algarve e até ficou contente com a nota. «Tive 13 e só demorei 10 minutos a fazer a pesquisa e o download. E o professor nunca soube que não fui eu a fazer», admitiu, ligeiramente envergonhada.
«Nem imaginam quantos sites há sobre os sonetos de Camões»
Patrícia tem 15 anos e passa várias horas por dia online. «Quando chego da escola, ligo-me logo (à internet), para falar com os amigos», contou. E os trabalhos de casa? Esses são feitos ao mesmo tempo, muitos até com recurso à internet.
Garante que nunca copiou um trabalho inteiro, mas admite que copia parágrafos inteiros. Quando se trata de «trabalhos de História, Geografia, ou disciplinas assim», considera que não se trata de copiar e diz que é «pesquisa», mesmo quando copia «partes grandes» do trabalho.
A estudante só admite fazer «batota» quando se trata de textos de análise. E dá um exemplo: «A minha professora de português pediu para identificarmos as figuras de estilo de um soneto de Camões. Fui à internet e estava o poema com as figuras de estilo todas. Depois de encontrar, não ia fechar o site», disse Patrícia. «Nem imaginam quantos sites há sobre os sonetos de Camões. É quase impossível não encontrar», afirmou, em jeito de justificação.
Não há uma exigência excessiva
Para o presidente da Associação de Professores de Português (APP), Paulo Feytor Pinto, o problema dos trabalhos copiados já não é novidade. «Agora é a internet, mas dantes eram as sebentas», explicou ao PortugalDiário.
O responsável até compreende que copiar trabalhos de português seja uma tentação muito grande já que «há muita informação disponível sobre as obras de leitura obrigatória».
Paulo Feytor Pinto não considera que seja a elevada exigência dos programas o que leva os alunos a copiar. «Talvez por estarem tão habituados a serem obrigados a memorizar, não sejam capazes de analisar um texto, mas não há uma exigência excessiva», afirmou.
O professor considera que uma forma de resolver este problema seria «dar liberdades às escolas na escolha nas obras a leccionar». Mas a questão também se prende com o facto de estes trabalhos serem realizados em casa, «assim, o professor não vê se é realmente o aluno quem o faz».
E, segundo o responsável da APP, os alunos não se limitam a copiar os trabalhos, chegando mesmo a decorar textos inteiros, que depois reproduzem nos exames.
in Portugal Diário

No meu caso em particular, tenho a dizer que nos tempos de faculdade utilizei e muito a internet para a elaboração de trabalhos teóricos, mas limitava-me a buscar informação de diferentes sites creditados e c om essa informação fazer um trabalho com um seguimento lógico e coerente e com informação verdadeira, que tinha o cuidado de comprovar. Em ralação aos dias de hoje e como sou professor, recebo contantemente trabalhos que são plagiados da net e outros que são imprimidos directamente dos sites, não havendo sequer o trabalho de formatar o texto, nem retirar informação irrelavante. Esses trabalhos para mim é como se não valessem nada... E não é fácil enganar-me, já que estou a par de todas as tramoias existentes para fintar o esquema.


sexta-feira, outubro 13, 2006

Rádio Escolar

Tanto interesse, tanta admiração, tanto querer por parte de enumeros alunos e quando se lhes pedem para apresentarem propostas para aderir a esta iniciativa - Clube Rádio Escola, parece que tudo se desvanece.
É claro que só se passaram quatro dias desde o aviso á comunidade escolar desta iniciativa...
É claro que quase ninguém me conhece nesta escola...
É claro que não é fácil lidar comigo...
É claro que é mais fácil ver que fazer....
Mas aprecem-se e não deixem passar este evento ao vosso lado. Agarrem esta oportunidade de fazer algo na vossa escola, de participar nesta iniciativa, de se mostrarem e de serem vistos, de animar o recinto escolar - em suma de melhorar o vosso espaço escolar...
Estou esperando por candidaturas.
O impresso de inscrição está na reprografia: quem não o souber ler que peça a alguém que saiba, quem não souber escrever, que peça a alguém que o saiba, quem não souber fazer, não desespere, será ensinado e orientado por mim, quem não tiver vontade, que não adira, mas depois não critique o trabalho dos outros colegas, nem mande bocas...
Fica um conselho de amigo. Se fosse a vocês participava. Vão surgir novidades na Rádio que vos vão certamente interessar...